13.12.17

Óvio.

Eu já chego a horas ao trabalho todos os dias, não posso passar o tempo a chegar a horas a todo o lado, senão não faço mais nada.

Embrulha, minha querida

Menina Limão sai do trabalho às 22h e vai para o restaurante. Passado um bocado, pergunta pela comida.

– Desculpe, está muito demorado?
– Não, minha querida, você é que está com fome.

Monkey wrench

«Porque é que eu gosto do Monsieur Merde e não gostei nada do artista-macaco» – premissa para crítica cinematográfica de Jovem Citron a O Quadrado.

-

22.11.17

Drop In The Ocean

Pescada nº 5 é um colectivo multidisciplinar que há muitos anos se desdobra em exposições temáticas (onde há lugar para performances e outras manifestações artísticas).

Agora, e porque no último ano um deles (Sofia Lobo) fez trabalho voluntário com os refugiados de campos em Atenas e na ilha grega de Chios, integrada na ONG A Drop in the Ocean, os Pescada nº 5 decidiram avançar para uma realização no dia 25 de novembro de 2017, em Coimbra, com três frentes:

uma exposição de fotografia,
um espetáculo,
um livro.

«O objetivo é, por um lado, chamar a atenção para a tragédia humanitária que representa a atual vaga de refugiados tentando entrar em território da Europa, a ausência de respostas satisfatórias e as condições degradantes com que são recebidos e, por outro, angariar fundos para esta causa.»

Na verdade, as exposições são várias:

uma exposição colectiva para a qual contribuí com uma fotografia – ao todo, são 109. Cada uma custa 20€ e pode ser comprada até 5 vezes, no próprio local ou aqui;

duas foto-reportagens, uma de Joana Bom e outra de Stephen Dover; 

uma escultura de Rui Matos;

uma instalação áudio de Carlos Coelho;

uma instalação vídeo de Gonçalo Barros e Sofia Lobo;

Diário da Sofia (pranchas);

Na verdade, os espectáculos são três:

um micro-concerto dirigido por Luís Pedro Madeira;

canções sírias, por Mounir Sabeh Affaki;

um concerto de Vítor Rua.

Na verdade, os livros são dois:

«Diário da Sofia», de Sofia Lobo;

«The Book Of Refugees», com textos de A. M. Pires Cabral, Alexandre Andrade, Ana Cássia Rebelo, António Amaral Tavares, António Franco Alexandre, Dulce Maria Cardoso, Inês Dias, José Miguel Silva, Luís Quintais, Manuel de Freitas, Manuel Resende, Margarida Vale de Gato, Marta Chaves, Nuno Moura, Pedro Mexia, Rosa Oliveira, Rui Pires Cabral, Sandra Andrade, entre muitos outros.

Para adquirir:

Podem encontrar informações sobre como adquirir as fotografias no evento de facebook e no blogue Drop In The Ocean.

Para adquirir o livro «The Book Of Refugees»:
A. transferir 12 euros por exemplar para NIB 0023 0000 4551 7716 3779 4
B. enviar e-mail para anabotelho7@gmail.com com COMPROVATIVO
Os livros são entregues no dia 25 de Novembro, a partir das 16:00, na Rua da Ilha nº 12, Coimbra (alternativas a combinar por e-mail).

(O «Diário da Sofia» só estará à venda no dia 25, na Rua da Ilha, nº 12, Coimbra.)

Agradeço ao Carlos Júlio o convite para participar nesta incrível iniciativa.
O que nós gostaríamos é que não fosse necessária – mas se tem de ser, que tenha muita força.


Programa:
 


Autores das 109 fotografias:
 


Livro 1:
 


Livro 2:

17.11.17

The game of Game of Thrones

Tenho um amigo que se entretém a tentar perceber que personagem do Game Of Thrones seríamos. Isto é, qual a que melhor nos assentaria. A sua primeira sugestão não me convenceu e ele próprio se deu conta da desadequação. Quando finalmente chegou à resposta certa, já esta pairava na minha cabeça há uns segundos. «Tu és a Sansa! Claro!»

Até Jesus Cristo se riu.
   

Ventilan style

Gabor Szilasi, Motorcyclists at Lake Balaton (1954)

Desde os 15 anos que não andava de mota – eixo Norte-Sul e tudo. Não foi coisa pouca.

13.11.17

Awww. Quando a vida te dá a Limão.

© Rubyetc

10.11.17

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© Tim Head, Equilibrium (1975)

Cá se vai andando


© Menina Limão

Não é todos os dias que um dos teus instagrammers preferidos destaca uma fotografia tua.

Jose Toro e a sua incrível galeria de "walkers".
A galeria onde destaca "walkers" de outras pessoas.
E euzinha.

Grata pela atenção; prossigamos com a vidinha.

9.11.17

«Tu tens de ser mais forte do que tu», disse-me a criatura. E eu lembrei-me.

































Creed (2015), Ryan Coogler

22.10.17

Sleep Has Her House

Primeiro filme do doclisboa e não sei se outro me impressionará tanto.

Sleep Has Her House (2017), Scott Barley
(Passa amanhã pela última vez, na Culturgest, às 16h.)

18.10.17

Lemonworld

Live recording of a "durational performance" held at MoMA PS1, NYC in May 5th, 2013, in which Ragnar Kjartansson invited The National to perform the song "Sorrow" for six hours straight, uninterrupted. 

Quando eu descobri a Sorrow (não tinha ligado nenhuma ao High Violet, por isso "descobrir" é a palavra certa), graças ao serviço despertador da Radar (há décadas que não despertava tão depressa), passei 6h consecutivas a ouvi-la, segundo a contagem do last.fm. Não foi de propósito, mas com isto percebi que algo estava muito certo nesta performance. Desde aí, é "a" música.

(A performance aconteceu no dia 5 de Maio. Porque o cosmos, o cosmos.)

6.10.17

Aceitar ou não o pedido de amizade

16.9.17

Yo, Adrian!

No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

Carlos Drummond de Andrade

7.9.17

Estado da arte


© Michael Dumontier & Neil Farber 

In the present state of the art this is all that can be done.

5.9.17

Vícios #10


HINO INSTANTÂNEO
para dedicar ao merdum
para acordar bem disposta
para dançar na pista
para ouvir em loop

💟

Tell me about my potential
And if you were me what you would do
You love the sound of your own voice
Is this conversation an interview?

Jump down from your high horse
Let's talk truth
Try something other than low-hanging fruit
Pour out the champagne
While I sing myself the blues
This one's for you

Everyone around me
Thinks I'm going to fail
But they can go to hell
They can go to
Hello, I'm no one to you
And before I wish you well
Go to hell

There's more than two dimensions
But you only see a point of view
You spend your nights doing spoonfuls
Keep your nose out of the things I do

Jump down from your high horse
Let's talk truth
Try something other than low-hanging fruit
Pour out the champagne
While I sing myself the blues
This one's for you

Everyone around me
Thinks I'm going to fail
But they can go to hell
They can go to
Hello, I'm no one to you
And before I wish you well
Go to hell

Go to hell

It's too late for words
I can hear your eyes
Roll backwards loud and clear
On this little Earth
Life's too short to waste it
On somebody else's fears

Everyone around me
Thinks I'm going to fail
But they can go to hell
They can go to
Hello, I'm no one to you
And before I wish you well
Go to hell

💟

Empress Of, Go To Hell (single de 2017)

Woolfite aguda

Obrigada, sistema nervoso, por ciclicamente me levares os quilos, a capacidade de ler e a paz de espírito.

(Lolz, paz de espírito.) (Ahahah, paz de espir

28.8.17

Horrível

Quando estou infeliz, sozinha e abandonada em casa, e tenho de trabalhar e não me apetece, e está a chover e o sol não brilha, encontro algum consolo na roupa já seca que os vizinhos deixaram estendida na corda.

25.8.17

How's the work going?












© Rubyetc

24.8.17

Marmelada quer alhada: noite straubulhê



OMG, fiz um cartaz. Não fazia uma coisa dessas há melhor-nem-pensar.

Este SÁBADO, dia 26, no Fontória, há mega festa do cock e do rock, com os mestres Rambóliveira, Sister Raimunda e Fred A. Histérico e a participação embriagada da vossa Tupac Shakira (que comemora o começo de um novo trabalho dois dias depois).

O que garantimos? Boa música, balões e choro colectivo às 6h da manhã (porque o palhaço do Sister Raimunda vai-se embora do país). Melhor festa.

21.8.17

Total eclipse of the heart

[via aurea mediocritas, noutras paragens.]

Saying God,


On and on, I don't know what I want
On and on, I don't know if I want it

17.8.17

It's a faded picture bringing back my lost years

Oh, I want to go back
See my baby's face
Oh, I want to go back
To my happy place
That disappeared from view
Such a long, long time ago
It's a faded picture
Hanging on my wall
It's a faded picture
Isn't there at all
It's only there
When I closed my eyes
And started to cry
Over you

It's a faded picture
I can see it
Through colored tears
It's a faded picture
Bringing back
My lost years
It's only there
On rainy days
When tears have dried
And rainbows started to appear

Oh, I want to go back
When I was six years old
Just lying in the grass
Seeing all the clouds
Building castles in the sky
See all the animals go round
And hear music coming
From a merry-go-round
But it's a faded picture
Fade away on me
So hard to see

It's a faded picture
A picture of my childhood
A faded a picture
I'd go back if I could
It's only there
When I hear children laugh
Sit and play
On a bright sunny day
All so gay

It's a faded picture
So hard to see
When you're cryin'
It's hard to see
So hard to see
Just like a painting
This feeling is falling
My heart's buried
Right in the ground
A masterpiece
Of hearts that've gone
Lost for all time
Gone from me
My faded picture
So hard, so hard
So hard to see

My faded picture
Fade away from me
I couldn't bring it back
If I had tried
I couldn't bring it back
If I'd died
My faded pictures
Fade away
On me
So hard, so hard
So hard, so hard
To see my faded picture
Fade away on me

(Agradecimentos ao Serge Bozon.)